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A armadilha dos tempos médios

É frequente as empresas recorrerem ao histórico dos tempos médios das operações como método de definição dos respectivos tempos de referência. Mesmo naquelas situações em que há o cuidado de realizar uma análise prévia, retirando os outliers, esta prática apresenta alguns riscos que importa conhecer.

Para além de esconder a variabilidade do processo outra consequência, com efeitos que podem ser graves, prende-se com o facto de, partindo dos tempos médios, não ser possível estabelecer um rendimento de referência fiável.

Pode acontecer, e acontece, que se verifique uma redução à normalidade, ou seja, os diferentes colaboradores terão, por pressão do grupo e com o passar do tempo, tendência a aproximar os respectivos tempos, sendo que esse ajuste pode ser feito para rendimentos relativamente baixos. Tomando-se como válida a média, ela representará então tempos alcançados com rendimentos que estão abaixo daqueles que deveriam (e poderiam) ser considerados como de referência.

Num processo em que o rendimento dos colaboradores possa influenciar o tempo global da tarefa, devem então ser utilizados métodos directos de definição dos rendimentos de referência e nunca os tempos médios. A determinação do grau de rendimento Refa é um desses métodos e aquele que aconselhamos.

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